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“Pais bacanudos” ganham playlist colaborativa especial para o Dia dos Pais


16/08/2016 | Notícias

Nós sabemos que tem muito bacanudo pai por aí! Não importa se ele é um cara valente ou vive de saco cheio, se tem o coração sempre a batucar ou em desalinho, se acredita na rapaziada ou acha que está cada vez mais down no highsociety. Ele sempre será o maior herói para seus filhos!

Pensando nisso, propusemos um desafio para os bacanudos nas redes sociais da Maria Rita. Os fãs que têm pais bacanudos escolheram a música da carreira da artista que mais parece com o paizão e  montamos uma playlist colaborativa especial no canal oficial da MR no You Tube para o dia do homem mais importante da vida de cada um de nós!

Confira!!!!

Maria Rita faz participação especial em novo álbum do grupo Casuarina


03/08/2016 | Notícias

Definitivamente, essa não foi uma paixão de Carnaval! Maria Rita e o grupo Casuarina até começaram a “fletar” durante a folia, mas a afinidade se confirmou e rendeu encontros memoráveis, aprofundando uma parceria e amizade que se estendeu para além da euforia caranvalesca.

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Agora, Maria Rita fez uma participação muito especial no novo álbum do grupo, “7″, lançado em julho deste ano, justamente na sétima faixa, “Eu já posso me chamar saudade” (João Cavalcanti / Moacyr Luz). O disco do quinteto, com 13 músicas autorais,  é um amadurecimento natural, decorrente da bagagem adquirida em 15 anos de carreira.

“Maria sequer conhecia a música, o que é uma tremenda demonstração de confiança. Gravamos sem ensaio, em take único, foi muito emocionante. Ela cantou de forma sublime e quem ouvir a faixa vai saber exatamente o que aconteceu ali, sem truques nem retoques”, conta João Cavalcanti, um dos vocalistas do Casuarina.

Confira a letra para cantar junto dando PLAY no vídeo abaixo:

EU JÁ POSSO ME CHAMAR SAUDADE
(João Cavalcanti / Moacyr Luz)

Quando vi você sair
Pelos remendos
E arremedos de nós dois
Não havia histeria
Apenas frio e dor

Porta escancarada
Peito em clausura
Eu já posso me chamar saudade

Era como ver sumir
Pelos espaços
E estilhaços do que fui
Qualquer viço de verniz
E me desfiz em dois

Porta expugnada
Peito em silêncio
Eu já posso me chamar saudade

Vou chorar calado
Pra não despertar os sonhos
E imaginar futuros
De que me esqueci
Vou me exilar no escuro
Para adormecer demônios
Um refugiado
A fugir de si

Maria Rita faz participação especial na abertura dos Jogos Paralímpicos da Rio 2016


22/07/2016 | Notícias

Mais notícia para comemorar: Maria Rita está entre os artistas convidados para fazer uma participação especial na Cerimônia de Abertura dos Jogos Paralímpicos da Rio 2016! O show – ao lado de outros nomes do samba, como Monarco, Diogo Nogueira, Xande de Pilares – será no dia 7 de setembro, no  estádio do Maracanã (RJ)!

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Saiba tudo sobre as Olimpíadas e Paralimpíadas no Rio aqui e garanta ingressos para assistir à cantora nos Jogos e também, para torcer por nossos atletas

“Brazilian Dream”: Maria Rita ao lado de um time de estrelas no Festival de Jazz de Montreux


11/07/2016 | Notícias

Na 50ª edição do Festival de Jazz de Montreux, a noite brasileira foi chamada “Brazilan Dream”. E, realmente, o time de artistas escolhido para representar nossa música foi espetacular! O produtor musical Marco Mazzola, idealizador da noite, contou em seu facebook: “Era um grande sonho meu colocar alguns artistas brasileiros que eu admiro reunidos em um único palco”. Dia 10 foi ainda a grande homenagem ao Claude Nobs, fundador do Festival, falecido em 10 de janeiro de 2013.

Foto: Instragram @regishermann

Foto: Instragram @regishermann

Na 50ª edição do Festival de Jazz de Montreux, a noite brasileira foi chamada “Brazilan Dream”. E, realmente, o time de artistas escolhido para representar nossa música foi espetacular! O produtor musical Marco Mazzola, idealizador da noite, contou em seu facebook: “Era um grande sonho meu colocar alguns artistas brasileiros que eu admiro reunidos em um único palco”. Dia 10 foi ainda a grande homenagem ao Claude Nobs, fundador do Festival, falecido em 10 de janeiro de 2013.

Foto: Instagram @caiorossier

Foto: Instagram @caiorossier

Com Ivan Lins, Maria Rita interpretou “Madalena”, música consagrada na voz de sua mãe, Elis Regina. Além do sucesso de Ivan Lins, a cantora levou ao público do Festival, “Cara Valente”, “É” e “Beijo Sem”. Para encerrar a festa com muito estilo, os artistas brasileiros se reuniram no palco e fizeram, todos juntos, uma linda homenagem a Tom Jobim com o clássico “Chega de Saudade”.

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Foto: instagram da Ana Carolina (@sigaaanacarolina)

Veja aqui mais fotos da cantora no MJF de 2016.

Confira entrevista da Maria Rita para a Brasil Flash TV Internacional

 

Gravadora da Maria Rita faz ‘recall’ de “O Samba em Mim – Ao Vivo na Lapa”


27/06/2016 | Notícias

 

 

 

A gravadora de Maria Rita, a Universal Music, divulgou um comunicado informando que identificou uma troca de faixas no álbum “O Samba em Mim – Ao Vivo da Lapa”, novo lançamento da cantora. Na faixa 8, “Coração a Batucar”, o áudio foi substituído pelo da música “Num Corpo Só″, também gravada pela cantora.

“O consumidor que adquiriu as versões CD físico ou álbum digital poderá trocar seu produto sem ônus. Basta entrar em contato com o SAC da gravadora através da opção ‘Contato’ do site www.universalmusic.com.br para receber as instruções do procedimento de troca física ou digital. O DVD O Samba em Mim – Ao Vivo da Lapa está em conformidade com a lista de músicas”, afirma o comunicado oficial.

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Show da Maria Rita em Coimbra ganha nova data: dia 12 julho


24/06/2016 | Notícias

Depois de divulgar uma NOTA OFICIAL na quarta feira à noite, informando o cancelamento dos shows de Portugal – dias 24 e 25 de junho, em Cascais e Coimbra, respectivamente – por motivo de doença da Maria Rita, agora temos uma boa notícia: a produção da cantora conseguiu remarcar o show de Coimbra. Portanto, os bacanudos portugueses só terão que esperar mais alguns dias para ver o show “Voz: Piano” e se emocionar com a Maria Rita no Convento São Francisco! Anote a NOVA DATA: 12 de julho!

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Maria Rita lança “O Samba em Mim – Ao Vivo na Lapa” em lojas físicas e digitais


24/06/2016 | Notícias

 

Acabou a espera!!!! Nesta sexta, 24 de junho, o DVD + CD “O Samba em Mim – Ao Vivo na Lapa” – novo  começa a chegar às lojas e às mãos dos bacanudos de todo o Brasil! ‪

Foto: Guto Costa

Foto: Guto Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde de meados de junho, os fãs já podiam degustar uma parte do novo álbum – registro do show de encerramente da turnê de “Coração a Batucar”, gravado ao vivo na Fundição Progresso, na Lapa, Rio de Janeiro. Cinco faixas foram disponibilizadas para quem garantiu a versão digital do disco na pré-venda do iTunes ou preferiu curtir o samba da MariaRita nas plataformas de streaming. A Universal Muisc, gravadora da cantora, liberou no canal vevo da artista, dois clipes – “Do Fundo do Nosso Quintal” e “E Vamos à Luta” -, além do clipe de “Bola Pra Frente“, música de trabalho do novo álbum.

Confira o release na íntegra:

“Donga, grande baluarte do nosso samba e autor junto com Mauro de Almeida de “Pelo Telefone”, aquele que é considerado o primeiro samba gravado no Brasil em 1917, afirmou certa vez em entrevista:

‘O ritmo caracteriza um povo. As mãos foram um dos primeiros instrumentos musicais. Mas como a humanidade é folgada e não quer se machucar começou a sacrificar os animais para tirar o couro. Surgiu o pandeiro. E veio o samba. E surgiu o brasileiro, povo que lê música com mais velocidade do que qualquer outro no mundo, porque já nasce se mexendo muito, com ritmo, agitadinho, e depois vira capoeira até no enxergar.’

Maria Rita abre seu O Samba em Mim – Ao vivo na Lapa no mesmo tom de Donga, cantando:

O Povo sacode o pagode
Batendo na palma da mão
É corpo, é alma, é religião

O samba, que faz 100 anos ‘oficialmente’ em 2017, é para os brasileiros uma forma de se entender, pensar e contar sua história. Expressão máxima da nossa identidade cultural, é base de toda a rica e diversa música popular que produzimos desde então, e que representa uma das mais importantes referências do Brasil no mundo. É como diz a canção de Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto que ela canta: nosso corpo e nossa alma.
Como gênero musical específico, é centro de inúmeras discussões de especialistas sobre seus limites e fronteiras. Já como essência e inspiração, transborda no cotidiano de todos nós brasileiros e faz parte do nosso jeito de olhar o mundo. Está na bossa-nova, está no nosso rock, está no funk, no rap e se espalha em todo repertório da nossa música. Quando só existia o rádio como meio de comunicação, foi o samba que contou sobre o Brasil para o Brasil, que conectou sul-norte-nordeste-sudeste-centro-oeste. Foi crônica, foi ritmo, foi poesia, foi prosa. Nos ensinou sobre o amor, a dor, e tanto mais. Levou para o centro do palco a voz, o corpo e a história da cultura negra e popular em nosso país.
Maria Rita traz para nós neste trabalho um samba contemporâneo, e muito particular, que presta reverência à tradição e que assume a liberdade de filtrá-la a partir da marca original de sua assinatura como cantora. A presença do gênero em sua discografia não é de agora. Surge mais fortemente em Samba Meu (2007) e desde então está presente nos discos e shows que produziu. A cantora segue assim a trilha de tantos intérpretes brasileiros que, ao seu jeito, incorporaram o samba e lhe deram novos contornos, nuances e temperos. Trilha essa que vai de Francisco Alves a Los Hermanos, de Dalva de Oliveira a própria Maria Rita, e que passa por tantos nomes consagrados da música popular brasileira. João Gilberto, referência máxima da bossa-nova no mundo, sempre que perguntado em entrevistas sobre qual gênero musical toca, dá a mesma resposta: samba.
Na escolha do repertório, tanto nas 21 faixas do registro em DVD quanto nas 14 selecionadas para o CD, Maria Rita alterna canções de nomes já consolidados no meio do samba e da MPB com outros compositores de sua geração, colocando a “dita fé na moçada”, como diz “E vamos à luta”, de Gonzaguinha, também gravada aqui. Maria se apropria ainda de canções que não foram feitas originalmente pensadas para forma-samba, mas que por esse filtro da cantora encontram no trabalho total sintonia com sambas compostos por Monarco, Arlindo Cruz e Jorge Aragão.

Foto: Guto Costa

Foto: Guto Costa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os arranjos musicais privilegiam a cadência mais típica do gênero mas trazem também referências ao jazz, à bossa-nova e incorporam elementos da música popular de maneira geral. Na nova versão de “Coração a batucar”, canção de Davi Moraes e Alvinho Lancellotti que dá nome ao álbum lançado em 2014 pela cantora, chama atenção a forma como a guitarra do próprio Davi Moraes e o teclado de Rannieri Oliveira criam um diálogo instrumental empolgante entre seus solos e a “cozinha” (expressão usual dos músicos para denominar a combinação de baixo-bateria-percussões) formada por Marcelo Linhares, Wallace Santos, Marcelinho Moreira e André Siqueira.
Impressiona no registro do show a presença constante do coro e das palmas da plateia. Gravado na Lapa, considerado um dos redutos do samba no Rio de Janeiro, a apresentação é pontuada pelo protagonismo do público que acompanha Maria Rita em todas as canções e participa ativamente do show. O resultado é uma vitalidade e uma eletricidade que saltam aos olhos e ouvidos de quem agora tem acesso ao trabalho através do CD e DVD e poderá viver o clima extasiante da noite de gravação. Essa sinergia entre Maria Rita e a plateia não é uma novidade e pode ser percebida em outros registros em vídeo dos trabalhos da cantora. Porém, nesse em especial, podemos dizer que a intensidade da participação do público é um caso a parte.
Assim, ao mesmo tempo que reforça a importância dessa relação da cantora com seus fãs, o trabalho se aproxima de uma longa tradição do samba de ser um ambiente de uma experiência que celebra a troca, os encontros, a interação entre músicos e público, e cumpre um importante papel de conectar as pessoas. “É corpo, é alma, é religião”.
Das casas das tias baianas como a da famosa Tia Ciata na Praça XI, onde o samba teria nascido nos anos 1910-1920, passando pelo Estácio de Sá de Ismael Silva, e chegando na famosa sombra da tamarineira da quadra do Bloco Cacique de Ramos, onde surgiu o pagode dos anos 1980 com Fundo de Quintal, Almir Guineto, Beth Carvalho, Arlindo Cruz e tantos outros, é toda uma história do samba que pode ser contada como uma experiência que também é coletiva.
Maria Rita, com seu O Samba em Mim – Ao Vivo na Lapa, nos lembra mais uma vez o quanto o samba existe em nós. O quanto o samba se faz nessa relação entre o íntimo e o coletivo, entre o intérprete e seu público, entre corpo e alma. Entre a mão, a palma, o pandeiro e o brasileiro, como já dizia Donga.

Por Miguel Jost
Pesquisador musical, Doutor em Literatura e professor da PUC-Rio.

NOTA OFICIAL: Maria Rita é obrigada a cancelar shows de Portugal por motivo de doença


22/06/2016 | Notícias

NOTA OFICIAL

NOTA OFICIAL:

Infelizmente, por motivo de doença, a cantora Maria Rita foi obrigada a cancelar os shows “Voz:Piano” dos dias 24 e 25 de junho em Portugal, nas cidades de Cascais (durante o Festival Cascais Groove’ 16) e Coimbra (no Convento de São Francisco), respectivamente.

A artista contraiu CAXUMBA , doença potencialmente contagiosa, ficando impossibilitada de viajar e se apresentar nas datas internacionais programadas inicialmente.

Por recomendação médica, Maria Rita está de repouso absoluto e lamenta profundamente não poder estar com seus fãs.

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